Idosos e crianças são grupos crescente dos novos usuários de smartphones e dispositivos móveis

O Brasil possui atualmente uma média de dois dispositivos digitais por habitante. Isso inclui smartphones, tablets, computadores e notebooks. No ano passado, o país registrou a marca de 420 milhões de aparelhos digitais ativos, revelou a 30ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV – SP).

O uso de smartphone se destaca entre os aparelhos. Segundo o levantamento, há hoje cerca de 230 milhões de celulares ativos no País.

E o comportamento das pessoas em relação às tecnologias também está mudando, pois existe mais interesse em adquirir esses produtos, até por grupos que antes não faziam parte em números expressivos na lista, como as crianças com menos de 12 anos e os idosos.

Para esse primeiro grupo, aparelhos eletrônicos como tablets são bastante comuns, pois com o avanço da tecnologia e do conteúdo sendo produzido na internet para esse tipo de público, muitas crianças já trocaram a TV por essas pequenas telinhas, além de serem mais práticas de serem levadas para os lugares, o que gera distração para os pequenos e salvam muitas mães e pais.

Os idosos passaram a se alinhar mais às novas tecnologias, que são cada vez mais constantes, sobretudo nos últimos 10 anos. O celular é o preferido desse grupo, pois existem diversos tipos de smartphones, com características desde as mais básicas até as mais avançadas. Embora ainda seja usado, não é muito comum ver hoje uma casa em que o único meio de comunicação seja um aparelho de telefone fixo.

Notebooks e computadores também estão na lista dos dois grupos, cada vez em maior número.

“O que deve ser tratado com atenção nesse novo tipo de comportamento é a geração de lixo eletrônico que teremos com o passar dos anos. O crescente aumento desses aparelhos é diretamente proporcional ao acúmulo desses materiais, e ainda existem muitas pessoas que desconhecem a forma correta de descarte, ou quem pode fazer esse serviço”, afirma Olívia Dardara, da MG Recicla.

Existem empresas que ainda usam celulares corporativos, quando há um celular apenas para a função do trabalho, além do pessoal. Porém, o avanço tecnológico dos últimos anos já fabrica celulares que funcionam com mais de um chip, possibilitando que as pessoas tenham uma ou mais operadoras em um só aparelho e decida sua forma de usar.

Embora o comportamento de adquirir produtos eletrônicos e tecnológicos seja recorrente, a dica aqui é ficar atento ao tempo de vida desses aparelhos, e na hora de comprar, optar por um que tenha uma qualidade e tecnologia melhor que te atenderá durante um bom tempo, para que a troca de aparelhos não seja constante, o que gera mais lixo eletrônico para o país – e para o planeta.

Seja qual for o seu ou os seus aparelhos eletrônicos utilizados, se atente na hora do descarte.

Em Minas Gerais, a MG Recicla coleta aparelhos eletrodomésticos, aparelhos tecnológicos (computadores, tablets, celulares e afins), máquinas e ferramentas, materiais metálicos como torneiras e grades, papéis, plástico e papelão em grandes quantidades.

E você? Quantos aparelhos eletrônicos têm em casa?

Fonte: Olívia Dardara Duarte Guimarães, graduada em administração de empresas com ênfase em marketing. Com experiência em gestão e consultoria empresarial. Na MG Recicla, atua trazendo soluções para todas as áreas das empresas, desde o financeiro, marketing e demais.

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